Mensagem Beethoven

(mensagem recebida por ocasião do evento, em 04/12/2010)

Saúdo-vos em tão resplandecentes instantes, quando a sinfonia da vida eterna tão bela e preciosa une os nossos corações, possibilitando-nos significativas realizações.

Pássaros… plumagens a cintilarem a cada ato, a cada feito, a cada conquista, podemos voar bem alto embalados pelos compassos da música divinal, celebrando o amor inconteste e ilimitado da progenitura celestial.

Vida… reverencio-te para todo e sempre porque és o sopro de luz e misericórdia do criador em nós; és o seu coração pulsando no brilhos das estrelas, no sorrido das flores, no colorido do arco íris, na alegria dos pequeninos… Vida és a certeza da ausência da orfandade na sua realidade mortalista, na beleza do existir de ser filho da divindade, poder criar e progredir.

Vida eu não te perdi quando deixei as paragens terrenais… Agora te tenho muito mais e a cada realização consolidada o meu âmago vibra em uníssono com as notas suavissimas da melodia de fraternidade entoada pelo pai criador no envolvimento de toda a sua grandiosa obra.

Os tempos ha muito vaticinados apontam novos rumos ao planeta. Estamos juntos na edificação do bem maior, corroborando o primado do amor no soerguimento e condução das almas sob os acordes da harmonia impar prodigalizada pela musica da caridade.

A solidão somente existe para aqueles que ainda não aprenderam a compartilhar as benesses dos talentos, as lutas na superação de si mesmo, … que se enlaçam nas enganosas teias do egoísmo, e se comprazem no mal praticado, tecendo as vestes do cativeiro de amanhã em malhas de agonia e dor. Somos muitos e podemos formar um único coração batendo decidido e fiel sob a movimentação fulgurante da batuta do regente universal do nosso existir, reafirmando no proceder que a mensagem do glorioso enviado é a diretriz que nos fará renascer preparando-nos para os dias do porvir.

Neste recinto onde as carícias da caridade aconchegam e fortalecem os corações mais sofridos equivocados em descaminhos, rememorando o que precisa ser lembrado, na erradicação dos tentáculos da ignonímia. Sob o manto da verdade entoamos cânticos de fé, coragem, amor e gratidão no envolvimento dos queridos irmãos partícipes desta Instituição.

Nossos olhos súplices exoram a suprema luz, que permaneça estrela tutelar guiando os passos do Cenart as estradas luzidias do progresso maior, como mais um singular ponto de luz nessa gloriosa constelação que se amplia junto aos céus cintilantes do dever e da fraternidade derramando as luminescências da era nova no seio das humanidades.

Amor… quanto podes fazer por nós que ainda não conseguimos ser os teus verdadeiros súditos…

Amor… sonata que revoluciona as fibras mais sutis de nossas almas impulsionando-nos as mais esplendentes composições, sussurros de vida em redenção, em abundancias de paz e de felicidade.

Amemo-nos… pincéis de esperança, de reconforto e direcionamento.

Amemo-nos… na argila que recria formas, na voz que canta canções de amizade, nos pés que sapateiam nas danças da vida.

Amemo-nos… nos sons de todos os teores… nas cores de todas as posturas.

Amemo-nos… nas lágrimas dos pedintes, nas dores dos esquecidos, discriminados e perseguidos.

Amemo-nos… no arrependimento dos algozes…

Amemo-nos… face as ilusões do poder arbitrário…

Amemo-nos… muito e sempre mais, dedilhando nas harpas de nosso querer o amor sem fronteiras nem imposições.

Cenart… brisa primaveril em solo agreste. Ontem canteiros espinhosos, hoje celeiros de trabalho abnegado.

Cenart… mãos que aprendem, mãos que ensinam a verdadeira arte a arte de viver.

Paz e luz aos corações!

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